Durante muito tempo, e ainda hoje, empresas de pequeno, médio e grande porte tinham como principal preocupação o aumento dos lucros e, consequentemente, a expansão da corporação. Entretanto, para que essa expansão acontecesse, era necessário investir no marketing da empresa por meio de uma linguagem publicitária cujo objetivo era vender um determinado produto de forma clara, criativa e persuasiva.

De fato, as organizações, por meio do uso de certas estratégias discursivas, conseguem aumentar os lucros de uma determinada empresa. Contudo, vale ressaltar, que o que realmente poderá garantir o sucesso das corporações, a longo prazo, são as práticas discursivas apresentadas pelos gestores nas relações interpessoais estabelecidas, de maneira mais ou menos harmoniosa, no trabalho. Isto é, cuidar da comunicação interna de uma empresa significa investir nas pessoas que são a chave do crescimento financeiro e intelectual das corporações a curto e longo prazo.

Sobre a importância do recurso humano nas organizações, Chiavenato (2014, p. 5) destaca que “as pessoas passam a significar o diferencial competitivo que contém e promove o sucesso organizacional: elas passam a ser a competência básica da organização, a sua principal vantagem competitiva em um mundo globalizado, instável, mutável e fortemente competitivo”.Certamente, o recurso humano é fator primordial nesse mundo globalizado e extremamente competitivo, no entanto, é importante registrar que a célula humana configura-se nas relações linguísticas construídas dentro e fora das interações corporativas. Por isso, é necessário que os gestores tenham a sensibilidade de perceber que nada adianta buscar lucros se o fio condutor das relações interpessoais não for cuidado entre os funcionários: no caso, esse fio é a linguagem. Por meio dela, será possível perceber presença de uma gestão colaborativa saudável entre gestores e funcionários em suas diferentes práticas discursivas; práticas que devem ser trabalhadas em prol de uma comunicação que agregue, não que exclua; que una, não que segmente; que construa a coletividade ao invés de primar pela individualidade, já que é na alteridade, no trabalho coletivo que as organizações privadas e estatais poderão crescer tanto na humanização das relações quanto nas questões financeiras.

Entende-se, dessa forma, que é a partir da postura discursiva do gestor que se perceberá se a atuação dos funcionários promoverá um ambiente em que a coletividade se faz presente ressalvando, assim, a ética, a moral, o respeito e o verdadeiro espírito de equipe que devem estar imbricados entre os pares. Portanto, se você tem o interesse de, em um futuro próximo, tornar-se um grande e respeitado gestor, cuide de sua linguagem e das práticas discursivas realizadas no seu ambiente corporativo. a park:L:

5 thoughts to “A humanização das relações corporativas por meio do discurso.

  • JosephThype

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  • José amaro

    O ponto está na justa medida em saber que o movimento organizacional está plenamente inserido na ambiguidade e na incerteza.
    Essa gestão feita não é fácil e as diferentes linguagens constitui sintagma argumentativos para resgatar o Humano.

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    • Flavita Conceição

      Ser líder é um verdadeiro desafio, honrado José Amaro. Gratidão pela mensagem!

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  • Edlene

    Concordo!
    Para haver um bom, desempenho de uma empresa, precisa ter esse espírito de coletividade; e respeito entre gestor e funcionários.

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    • Flavita Conceição

      Verdade, Edilene, “respeito e liderança”! Gratidão pela mensagem!

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